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Trabalho não é sinônimo de sofrimento: juiz do TRT-SC debate assédio

O juiz Armando Zilli falou sobre assédio moral e sexual a funcionários do Supermercado Bistek, na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da rede.

O juiz do Trabalho Armando Zilli levou o tema do assédio para dentro de um supermercado. Ele preside a Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Discriminação do Primeiro Grau do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC) e fez uma palestra sobre assédio moral e sexual para os funcionários do Supermercado Bistek, em Nova Veneza (SC). A atividade fez parte da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat) da empresa.

O objetivo foi conscientizar os trabalhadores sobre como prevenir o assédio no ambiente de trabalho e estimular uma cultura de respeito, dignidade e valorização das pessoas.

O juiz se concentrou em esclarecer conceitos. Explicou quais situações podem ou não ser consideradas assédio e falou sobre os diferentes tipos de discriminação.

“Reforcei que as pessoas têm o direito de serem tratadas sem qualquer forma de violência e que o trabalho não pode ser sinônimo de sofrimento, pois dá sentido à vida, garante direitos e sustento”, destacou.

Levar esse debate para o chão da loja, e não apenas para os tribunais, é o tipo de prevenção que pode evitar que o assédio vire processo.

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